domingo, 27 de junho de 2010

MONTREALJAZZFESTIVAL.COM


+ 18 ESPAÇOS DE APRESENTAÇÃO

+ 800 APRESENTAÇÕES MUSICAIS

+600 PERFORMANCES ARTÍSTICAS 

+ 2.5 MILHÕES DE PESSOAS

+ 12 DIAS DE FESTIVAL

+ 31 ANOS DE FESTIVAL















Foto / Picture: Totem / 
Ouvindo: Rua do Sossego (Banda EVA) "... Acorda cedo o balanço da métrica / Repete o coro em favor da alegria / Revela cores trazidas da Africa / Sincretizando o Axé da Bahia"


Tenha paciência, falarei da cidade depois. O Festival grita. Já havia ouvido falar muito sobre o Festival Internacional de Jazz de Montreal. Já havia ouvido falar muito bem do Festival Internacional de Jazz de Montreal. Mas jamais - eu disse, jamais! - poderia imaginar, não o porte do evento, que sem dúvidas é gigantesco, mas o caráter extraordinário dos artistas. É inevitável não arrepiar, inevitável não gritar, é inevitável não aplaudir e gritar ainda mais. 


http://www.montrealjazzfest.com

terça-feira, 22 de junho de 2010

Na partida, a chegada

LIVROS 

CDS

VINIS

CAMISETAS

MOCHILAS

GRAVURAS

COMPRAR OU NÃO COMPRAR, EIS A QUESTÃO!













Foto / Picture: Function 13

Ouvindo / Listening: The Next Time Around (Little Joy) "One too many goas / That measure out your worth / To seek your weight in gold"



Por acaso, me encontrei novamente naquela rua encantada. Novamente China Town. Havia estado alí no meu primeiro final de semana em Toronto, com David. Havíamos almoçado em um restaurante de comida Thailandesa e logo depois ele me mostrou aquela rua. O que se pode ver são várias casinhas enfeitadas, com araras e mesas em seus pequenos jardins, entupidas de roupas e “trecos” para vender. A primeira vista parecem aquelas feiras de velharias, roupas de décadas: 60s, 70s, 80s e por aí vai.

Era quinta-feira (da última semana) e ainda não sabia que logo depois dalí iria me perder. Mas estava alí. Depois de passear, encantado como se fosse a primeira vez, me deparei com uma loja, um 13 enorme na placa, “Function 13”. Ganhei o dia. Livros, CDs, discos de vinil, roupas. A loja foi daqueles achados, para poucos. Devo ter passado pelo menos 1 hora lá olhando, olhando, pensando em comprar, pensando em não comprar, comprei. Não podia perder a oportunidade. 


segunda-feira, 21 de junho de 2010

Um dia de Fé

ÔNIBUS: $30.00

BOAT PARA VER DE PERTO: $15.00

FOTO FAKE: $25.00

HOTDOG + COKE: $8.00

FICAR TODO MOLHADO COM AS ÁGUAS DAS CATARATAS: NÃO TEM PREÇO!














Foto / Photo: Saída da barco que nos leva para perto das Cataratas.

Ouvindo / Listening: In my bed (Amy Winehouse) "You'll never get my mind right
Like two ships passing in the night
In the night, in the night"


Tive que ir sozinho, não tive outra alternativa. Depois de tanto postergar em conjunto acabamos não indo ver a Caratas do Niagra. A previsão tempo indicava 4 dias de tempo fechado e chuva naquela semana (a última!), sol apenas na sexta. As 6 a.m. da quinta-feira, com o céu ainda entre nuvens decidi que seria agora ou nunca! Deixa isso para meu último dia em Toronto não seria uma boa idéia.

Depois de muito procurar o terminal de ônibus em Toronto (mesmo tendo estado lá no dia anterior), pegue um às 10 a.m., 2 horas de viagem e mais um ônibus para chegar as Cataratas. A cidade que cerca as cataratas parece uma maquete composta basicamente de hotéis, casinos, restaurantes e atrações para diversão. Existem também algumas atrações relacionadas as Cataratas, como um barco que vai até os pés da atração, trilhas por trás e algo parecido com um teleférico.

No final das contas: 4 horas de caminhada, um passeio de barco aos pés das Cataratas, muitas fotos e alguns souvenirs comprados. E a propósito, o dia foi perfeito.


:: 2 horas de viagem / 2 hours trip :: Mais um ônibus / One more bus :: Antes de pegar o barquinho / Before take the Boat
Mais fotos / More Pics: http://www.facebook.com/album.php?aid=2059112&id=1046507475&l=fa37420f86

domingo, 20 de junho de 2010

A toalha molhada e o Homem de Ferro

ONIBUS NA STEELS AND HILDA AV.


METRÔ NA FINCH SUBWAY STATION

BALDEAÇÃO NA YONGE SUBSTATION

BLOOR PARA ST. GEORGE STATION

ST. GEORGE PARA ST. PATRICK STATION

2 MIN. DE STREET 
CAR.

CHINA TOWN!











Foto: Mar de placas de sinalização das lojas em China Town

Ouvindo: Woman no Cry (Bob Marley) "Good friends we have / Oh, good friends we've lost / Along the way / In this great future / You can't forget your past / So dry your tears, I say"



Como um verdadeiro dia de partida, tinha muitas coisas para fazer, pouco tempo e alguns imprevistos, vamos lá:

1. Devolver o travesseiro emprestado de David.
2. Comprar alguns souvenirs.
3. Comprar uma mala nova.
4. Almoçar com amigos.
5. Partir para Montreal.

Para começo de conversa a mala nova foi um imprevisto, o plano era levar tudo em uma só. Mas como na noite anterior descobri que poderia levar apenas 23 kg em duas malas (cada) tive que colocar a compra de uma nova nos planos.

A compra dos souvenirs estava planejado e o objetivo foi alcançado. Fui a China Town procurar algumas “lembranças” boas e baratas (na verdade já havia encontrado uma loja no dia anterior). O que não estava planejado era as lojas abrirem apenas a partir das 11 a.m., aos sábados. 1h 30 min. de espera assistindo o início do jogo entre Dinamarca e Camarões, muitas chances de gol desperdiçadas. Comprei a mala e as besteiras.

O almoço planejado foi desmarcado, não pelas compras, mas pelas lojas e a mala. O travesseiro não devolvi, não consegui falar com David, ele - o travesseiro - vai conhecer Montreal.

Voltei para casa para (re)arrumar tudo, no final continuei procurando espaço, já que não comprei achei uma mala boa e de tamanho razoável (China... todo cuidado é pouco). Com tudo pronto ficou a pergunta: “quanto (peso) será que tem aqui?”. No check-in descobri que a mala grande estava um pouco acima do peso, tirar uma toalha molhada que havia usado há pouco foi suficiente.

No raio-x outro processo, depois de tudo passado lá estou eu sendo revistado. O sensor definitivamente não foi só com a minha cara, mas o corpo inteiro! Apitava nas costas, nas pernas, na cintura e lá ia o sujeito buscar alguma coisa onde só havia carne e osso. Definitivamente, um Homem de Ferro.





:: Polícia bloqueando a rua da comemoração :: Union Station View
:: Trem passando :: CN Tower View

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Replicante

BY WALK
BY FOOT
BY BIKE
BY CAR
BY PLANE
BY SWIM

RUNNING!

JUMPING!

FLYING!

JUST DISCOVER!















 Foto: Woodbine Beach (Toronto, Canadá)
Ouvindo: Entre Dos Aguas (Paco de Lucia): Spanish Guitar


 Como muitos me apontaram antes de chegar aqui Toronto é a São Paulo canadense. Certamente não tão grande, temos aqui apenas 2.5 milhões de habitantes, contudo, a diversidade abraça a cidade e sem dúvidas vai ser difícil voltar ao convívio das pessoas "normais". A arquitetura se mistura com o modo de se vestir das pessoas, com as quais você pode se surpreender a cada dia pelos diferentes estilos e comportamentos, se mistura também com a diversidade étnica, o mundo sopra seus ares por aqui: são japoneses, koreanos, brasileiros, russos, kazaques, venezuelanos, colombianos, sauditas, chineses (apenas como exemplos). Há de se misturar ainda as religiões, principalmente as histórias do Corão e as interjeições de incompreensão: "como isso é possível?!" Diante de tanta diversidade, a educação das pessoas encontra o seu ponto em comum, com suas exceções obviamente, mas são apenas exceções, pois não há carro que não pare ao ver um pedestre na esquina de uma rua, mesmo com o trânsito aparentemente louco da cidade.


:: China Town Toten :: Green Car
:: Mandarin Restaurant :: Subway Rails